Abertura

Aonde quer que você esteja, você está sempre muito bem acompanhado......por Deus é claro.

Sejam Muito Bem Vindos ao Blog-Vida Natural Terapias

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Quando o Discípulo está pronto o Mestre sempre aparece




Você procura um mestre?


Olhe para dentro de si e a sua volta.
Você poderá encontrá-lo no seu interior ou em qualquer criança, pessoa, animal, planta ou elemento com que você encontrar. Em qualquer situação, em qualquer movimento. Desde que você esteja disposto ao aprendizado.
Mas não tenha a mim como um mestre espiritual. Não se engane.
Não me dê essa responsabilidade de designar a mim o poder de te guiar.
Sou tão mestre para você quanto você é para mim.
Aprenderei com você na mesma medida em que você aprender comigo e algumas vezes, você me ensinará mais.
Mestre é aquela pessoa que serve de canal para que um aprendizado se manifeste. Tem o mesmo significado que o termo professor. Em cada cultura este termo tem um significado diferente e todos são corretos.
Eu busco ser como o Siddharta de Hermann Hesse. Aprender com cada movimento, cada situação, cada elemento e cada pessoa. Todos são meus mestres. E os reverencio e sou grato por isso.
Existem e existiram algumas pessoas que são consideradas mestres espirituais, seres iluminados, ascencionados, avatares. Este não sou eu.
Estou aqui, compartilhando meu aprendizado.
Coisas que fazem bem para mim e que, por esta razão, quero que outras pessoas também conheçam.
Porque isso me faz bem. Eu amo compartilhar.
E eu, talvez, não esteja sempre presente. Sempre que estivermos juntos e você necessitar, compartilharei com prazer, meu aprendizado. Pessoalmente, por e-mail, telefone.
Mas não farei só isso.
Pois eu preciso de tempo também, para brincar; fotografar; filmar; rolar na grama; conversar com animaizinhos, plantas, pedras; falar bobagem; jogar vídeo-game; assistir filmes de todos os tipos; amar e fazer amor.
Tudo aquilo que todos fazem.
Como você vê. Não há nada de diferente em mim. Sou uma pessoa simples. Um eterno discípulo do Universo que gosta de compartilhar tudo o que aprende e faz isso por egoísmo. Porque me dá muito prazer. Quem mais ganha quando faço isso. Sou eu.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

História do Brasil e do Mundo


Está história era e ainda é contada a todos os índios que nascem no Brasil esse "conto" já existia antes da chegada dos padres jesuítas e ao lerem se acharem coincidência alguns pontos eu pergunto? Coincidência.!...

Bem vamos a ele:


TUPÃ E A CRIAÇÃO

No início de todas as coisas, Tupã criou o infinito cheio de beleza e perfeição. Povoou o universo de seres luminosos, o vasto céu e as alturas celestes, onde está seu reino.

Criou então, a formosa deusa Jaci, a Lua, para ser a Rainha da Noite e trazer suavidade e encanto para a vida dos homens. Mais tarde, ele mesmo sucumbe ao seu feitiço e a toma como esposa. Jaci era irmã de Iara, a deusa dos lagos serenos.

Criou ainda, o forte deus Guaraci, deus do Sol, irmão de Jaci, o qual dá vida a todas as criaturas e preside o Dia.

Fez nascer também Icatú, o Deus belo. Formou um lugar de delícias para os bons e um lugar tenebroso para os maus. Neste lugar vagam as almas sem vida e os espíritos dos guerreiros sem glórias ou fugidos das tribos. Tupã, após uma batalha, lançou para este lugar sombrio, seu temível e poderoso inimigo Anhangá. que tornou-se o Deus dos Infernos, chamando estes lugares de regiões infernais. Juntamente com este impiedoso Deus, à este mundo subterrâneo também forma dirigidos: o jurupari que ficaram conhecidos como mensageiros deste Deus cruel; Tice, que tornou-se esposa do Deus das Trevas; Xandoré (ave falconídea), o Deus do ódio; Caramuru e o Boto; Abaçaí e Guandiro e muitos Angás. Este era o reino do pavor, do ódio, da dor e da vingança.

No alto dos céus, sentado em seu trono, Tupã criou milhares de criaturas celestes que executavam suas ordens e o louvavam. Fez nascer sobre os verdejantes mares os Sete Espíritos e os gênios que sob as ordens do Boto Deus dos abismos dos mares, governavam os oceanos e habitavam na sagrada Loca, que é a habitação dos deuses marinhos no fundo das águas.

Criou Pirarucú, Deus do mal e deu vida ao alegre Curupira, deus protetor das florestas. Do mesmo modo, nasceram as Sete Deusas:

Guaipira, a Deusa da História
Pice a Deusa da Poesia
Biaça, a Deusa da Astronomia
Açutí, a Deusa da Escrita
Arapé, a Deusa da Dança
Graçaí, a Deusa da Eloqüência
Piná. a Deusa da Simpatia

Depois criou para a alimentação dos deuses, o divino Ticuanga, o bolo feito de massa de óleos e outras iguarias deliciosas para alimentar e deleitar os imortais. Mandou em seguida, preparar o sagrado Tapicurí, o vinho dos sacros deuses e Tamaquaré, a fina essência aromática usada pelos Senhores da Eternidade. Estabeleceu as horas, os minutos e os segundos. Fixou as estações e as mutações. Deu uma forma estável e regular ao Universo e instituiu o Nadir e o Zênite. Fez nascer a reciprocidade e criou:

Catú, o Deus Outonal
Mutin, o Deus da Primavera
Peurê, o Senhor do Verão
Nhará, que preside o Inverno

Criou também Tainacam, a deusa das constelações. Igualmente deu vida as Tiriricas, as deusas da raiva, do ódio e da vingança. Colocou nas densas florestas o Caapora, deus vingativo, protetor das casas e dos animais e lhe deu o feroz porco caitetú, sobre o qual cavalgava o temido deus, protegendo os filhotes dos animais. Criou Aruanã, o deus da alegria e protetor dos Carajás e faz germinar no norte do Brasil as ricas e belas carnaubeiras, chamadas de árvores da vida.

Para concluir sua obra, Tupã veio ao mundo e fez o homem e deu-lhe como companheira a mulher e logo eles se multiplicaram e encheram toda a terra. O poderoso deus tomou então das suas criaturas e ensinou-lhes a arte de tirar do seio da terra, ricos legumes e frutas, trabalhar com barro e argila e do férreo Ubiratã, fazerem as mais fortes lanças e armas de guerra. Depois transmitiu aos homens todo o conhecimento sobre os remédios para todas as doenças. Finalmente, ensinou-lhes as artes que tornam a vida mais suave a amena. Abençoou o sagrado Ibiapaba, Monte Sagrado dos Deuses Brasileiros e nele permitiu a permanência das Parajás, do bondoso Inoquiué, das Parés, de Solfã e de outros deuses imortais. Até ele próprio lá comparecia, vez por outra.

Alegres viviam os homens, felizes cresciam as crianças. Todos os deuses gloriosos e imortais amavam-nos e davam-lhes formosos e ricos rebanhos de capivaras, pacas e cabras. Ao morrerem, os homens não sofriam, pois mergulhavam em doce sono, seus corpos voltavam à terra e suas almas subiam aos céus. A vida proporcionava todo o bem imaginável. A terra era fértil e produzia-lhes todas as árvores frutíferas que precisavam. Se algum mortal faltava com a veneração dos imortais, entretanto, era duramente castigado. Os deuses reuniam-se em assembléia na Monte Ibiapaba e enviavam as mensagens aos homens pelo alegre Curupira, o qual, possui os calcanhares para diante, os dedos para traz  e habita as floresta, castigando todo aquele que a destrói ou incendeia e é mais célebre do que Polo, o deus do vento.

Mas, eis que um dia, Anhangá, cheio de inveja, transformado numa bela e astuta jararaca gigante, soprou no ouvido dos homens a maldade e ainda que os outros deuses protetores vagassem em torno deles para ajudá-los, nada conseguiram. Então começaram os homens a serem dominados por grande ambição, inveja e as Parajás, deusas do bem, da honra e da justiça, que eram inseparáveis, envolveram o corpo com brancas plumas e abandonaram os mortais, voltando para junto dos deuses eternos e a escura deusa Sumá (deusa inimiga dos homens), envolvida em negra manta, feita de cipó chumbo, vagou pela terra, espalhando ódio e discórdia. Deste modo os maus sentimentos ganharam o mundo e os mortais tiveram o conhecimento do mal, da injustiça e amaram mais a maldade do que as belas virtudes.

No alto dos céus, com os outros deuses, Tupã dominava, desde o começo dos tempos e numa grande batalha, vencera o cruel deus Anhangá, senhor dos infernos e seu irmão, o deus Xandoré.

Com o seu poder, Tupã aprisionou o deus do ódio na sagrada serra do Ibiapaba. Algum tempo depois, ele foi solto por Jururá-Açu a bela imortal. Por castigo, Tupã, fez nascer nas costas desta deusa uma espécie de concha, e cobriu-lhe o corpo todo como uma cor amarelada e Jururá-Açu transformou-se na feia e horrível tartaruga que habita as águas doces dos rios. Assim, pode Tupã se gloriar de ter vencido todos os que se opunham à ele.

Mas agora Tupã arrependeu-se de ter criado os homens! Voltou ele então à Ibiapaba e se reuniu em assembléia com os imortais. Depois de muita discussão, chegaram à um consenso que deveriam destruir a terra e todos os homens.

Já Caramurú, deus que presidia as faíscas e as ondas revoltas dos grandes oceanos, por ordem do Conselho Divino, queria derramar sobre a terra os seus raios e curiscos, mas o deus do trovão decidiu que a terra deveria ser engolida pelas águas da chuva.

Desta forma, Polo aprisionou os ventos na forte e gigante palmeira ubuçú, no Monte Araçatuba. Boto desceu à terra, convocou todos os grandes e pequenos rios e Iara, raivosa, ordenou as fontes e as chuvas que caíssem abundantemente durante quarenta dias e noites, sem cessar.

Os Sete Espíritos dos grandes oceanos por ordem do Boto, atiraram para a terra seca, bravias ondas dos mares e fortes aguaceiros despencaram dos céus. As janelas celestes se abriram e as plantações dos Tupis quedaram-se sob o peso das águas e da tempestade. As águas invadiram toda a terra levando com elas as ocas, as tabas, as árvores e os templos. Os animais se debatiam nas ondas. Tribos numerosas eram engolidas pela inundação e os que escapavam das águas, morriam nas alturas dos montes por determinação de Tupã.

Quando Tupã olhou para a terra, viu o mundo submerso em águas mortas e apenas um casal de homens reverentes para com os eternos, contemplava os céus: Açu e Pirá. Neste instante o senhor dos mundos, fez baixar as águas e surgiram novamente as montanhas, a planície e a terra seca.

Açu olhou a sua volta e viu tudo mergulhado no silêncio da morte. As lágrimas começaram a molhar sua face, quando perguntou a Pirá:

- Somente nós não sucumbimos no cataclismo, o que faremos sós e abandonados nesta imensidão?

Os dois suplicaram entre salgadas lágrimas que a meiga e doce deusa Caupé para que os ajudassem a recuperar toda a geração morta Ouvindo tais súplicas a deusa desceu e falou-lhes:

- Olhai três vezes para os céus e dizei: descobrimo-nos perante vós deuses imortais, curvamos as nossas cabeças perante vossas ordens. Depois, tomai grande porção de areia e atirai para o alto.

Não hesitando um só momento em executar os tais ensinamentos da deusa e mal atiraram os grãos de areia, viram que deles surgiram imagens, formas humanas. E, desse modo, com o auxílio divino, nasceram milhares de homens e mulheres e essa geração humana vindo de um só ramo Tupi, encheu todo o lendário Brasil.

Depois de algum tempo, Açú e Pirá tiveram um filho, Tujubá, o ascendente dos tupinambás. Os filhos deste foram: Arumã, o herói, Moema, Taparica, que foi pai de Paraguassú, Irapuã, Tibiriça que foi pai de Bartira, esposa do guaraciaba (João Ramalho), fundador de Piratininga (hoje São Paulo), Tamará, Jucuré o semi mortal, Icundi, e o belo Gunzá, Araribóia, o valente, Taparica, o invencível, Paumá, o navegador, Inhampuambuçu, o vingativo, Poti, o guerreiro e Mendicapuba e a formosa Agniná. E assim toda uma nação Filhos de Tupã até os dias de hoje.

Amor, Paz e Luz!.... Salve a Energia dos Índios..... Salve a Força dos Caboclos

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Nova Espiritualidade

Recebi um email de uma amiga perguntando se gostei do presente de aniversário que ela me deu o livro: "A Fé, Alimento dos Deuses". Faço deste post uma indicação deste livro para todos aqueles que estudam e querem fazer parte da Nova Realidade Espiritual, com a indicação desse livro, vocês, acredito encontrarão respostas a todas as perguntas que ainda não foram respondidas. Li o livro e repasso a vocês a resenha do livro. deleitem-se bjs a todos.
A NOVA REALIDADE ESPIRITUAL
Resumido e adaptado do livro “A Fé, o alimento dos Deuses” - Carina Greco. 
Aproximamo-nos de uma nova realidade espiritual. Para podermos vivenciar e compreender esta nova mudança vejamos um pouco da história da nossa trajetória espiritual.
Homem “primitivo”
O homem primitivo ou “das cavernas” era portador da mais pura e elevada espiritualidade. No seu “primitivismo” refletia a sua conexão com o planeta e natureza. Na sua “ingenuidade” adorava aquilo que carecia para ele de explicação, trabalhando a perfeita comunhão e respeito pelos elementos: fogo, água, ar (vento), terra e éter. Dessa forma sua conexão com a Fonte Suprema estava garantida assim como também seu desenvolvimento dentro dos padrões evolutivos “adâmicos”.
Primeiras Civilizações
Após a chegada dos primeiros “visitantes” ao nosso planeta, o homem primitivo passou a ser manipulado não só geneticamente mas também nas suas crenças. Marcado ainda pela ingenuidade passou a adorar e a servir aos novos visitantes como “deuses”, dominado não só pelo medo mas também pelas ameaças da pesada “tecnologia de extermínio” que esses “deuses” possuíam. Durante esta etapa em que os “deuses” interagiam diretamente com os humanos o conceito, mesmo que primitivo, de espiritualidade foi totalmente deturpado fazendo com que o ser humano esquecesse suas verdadeiras raízes de ligação com a natureza e o planeta. A humanidade passa por situações traumáticas de destruição e devastação (mudanças climáticas), fato que foi registrado por todas as civilizações e povos antigos. É bom destacar que esse evento se encontra ligado a um aspecto cíclico planetário apesar de ter sido considerado um castigo divino. Grande parte da humanidade pereceu durante essa tragédia, enquanto os “deuses” observavam do “alto” a destruição. 
Quando os “deuses” foram embora
Quando o planeta apresentou novamente condições climáticas de sobrevivência, os “deuses” voltaram e ajudaram a construir as primeiras civilizações das quais temos registro histórico (Suméria, Egito, Mesopotâmia, pré-colombianas, Chinesa, Hindu, dentre outras). Com a população do planeta aumentando e alguns homens e mulheres já alcançando um grau intelectual aceitável (devido aos “casamentos” entre “deuses” e homens resultando nos “semideuses”), a intervenção “direta” desses seres “vindos dos céus” foi cessando. O avanço intelectual de alguns humanos permitiu a transmissão dos conhecimentos a eles, preparando assim os primeiros “reis” ou líderes religiosos para governarem as diferentes civilizações e cidades do planeta. Dessa forma e apesar de “saírem de cena”, eles, os “deuses”, garantiram o domínio e a permanência das suas estruturas de manipulação. 
Todos esses “líderes” ou escolhidos pelos “deuses” para governar os homens foram considerados “iniciados” pelas mais importantes religiões. 
“Iniciados” que funcionavam como intermediários entre os seres humanos e os “deuses”. Assim, além de continuarmos “adorando” falsas divindades tínhamos dever perante os representantes delas. Nossa “espiritualidade” se aproximava mais ainda da ignorância e deturpação. Qualquer contato com a verdadeira divindade manifestada na natureza, qualquer “ritual” que nos ligasse às antigas raízes era considerado pagão e condenado.
Nascem, durante este período, as mais importantes religiões do mundo que ainda se proliferam pelo planeta, dominando e manipulando as pessoas.
Durante a Idade Média
Todos nós conhecemos este obscuro período da nossa história, quando fomos literalmente queimados não só na fogueira da inquisição mas também na fogueira da ignorância, pecado, culpa, medo e grande confusão. Quando as poucas civilizações, ainda “primitivas”, foram esmagadas pelas conquistas e colonizações das antigas “potências” e seus conhecimentos destruídos pela ignorância e domínio de monarcas e bispos. Época marcada pelas pestes, fome, miséria, guerras religiosas, mentiras, corrupção, etc. Foi alto o preço pago por nós durante esse período. Porém, apesar de tudo conseguimos entrar numa época de maior abertura até chegar ao início do século passado.
Final do século XIX – início do XX
Nasce timidamente o que conhecemos como “Ciência Moderna”, com a eletricidade, os novos transportes, os avanços da medicina e os primeiros conceitos quânticos que formatariam os conhecimentos e pesquisas do novo milênio. As falsas crenças continuam dominando o pensamento da humanidade, porém a ciência já compete com esses conceitos. Ressurgem antigas escolas de ocultismo, mas são poucas as pessoas que se interessam por esses conhecimentos. Época marcada pelas guerras mundiais, pela tecnologia da bomba atômica, pelo medo da destruição em escala mundial, etc. A nossa espiritualidade se encontra ainda perdida, abafada por séculos e mais séculos de domínio e manipulação.
Segunda metade do Século XX
“Sopra o vento da liberdade” para aquelas pessoas que acordam para uma nova filosofia de vida. Os conhecimentos “ocultos” ressurgem, marcando a presença de grandes pensadores e filósofos. Apesar disso, tudo continua fundamentado nas falsas crenças do passado, naquele conhecimento que os “deuses” deixaram e que seus representantes se encarregaram de preservar e incutir na humanidade.
Época marcada pelas transformações políticas, econômicas e pela degradação do meio ambiente devido ao crescimento desenfreado da indústria. As guerras continuam, doenças novas aparecem e o medo da destruição em massa se confunde com as grandes conquistas espaciais pelas potências mundiais. Já nas últimas décadas do século XX renascem fortemente os conceitos de uma Nova Era onde podemos observar as filosofias e conceitos religiosos entrando em concordância com a ciência. Porém a maior parte da humanidade continua mergulhada no mar dos dogmas “caducos” das religiões.
Século XXI
Os primeiros anos deste século trouxeram importantes mudanças no que se refere à espiritualidade, permitindo que uma “nova realidade” se estabelecesse de vez no coração de alguns seres humanos. A consciência da ecologia renasce fortemente, assuntos como aquecimento global, poluição se tornam corriqueiros. Enquanto as guerras, a miséria, a fome e as doenças continuam, os poderes religiosos e políticos decidem quem é dono da verdade, se Darwin com sua teoria da evolução ou a Bíblia com a teoria da Criação em “seis dias”. Medo da destruição atualizado pela palavra terrorismo. A tecnologia dispara. A internet toma conta do mundo e a mídia se torna a porta-voz da manipulação.
Entre esse acúmulo de situações, uma pequena parcela da humanidade tenta “despertar” para uma nova realidade abrindo os caminhos e as portas para a libertação e a verdade...
Religião nada tem a ver com espiritualidade, porém quando uma pessoa é simpatizante ou participa integralmente de um dogma ou religião, passa a ser fortemente influenciada por esses conceitos e o que vai também estabelecer como a sua espiritualidade e divindade serão formatados.
Vejamos os diferentes e mais comuns “estágios” espirituais dos dias de hoje.
• Pessoas ligadas às antigas religiões
Essas pessoas permanecem em parâmetros arcaicos de conceitos que não se encaixam mais na época em que vivemos. O desenvolvimento da espiritualidade se encontra atrelado a conceitos de “DEUS PAI” ou deuses menores (a exemplo do hinduismo), onde o ser humano continua sendo colocado sempre num plano inferior, impuro, pecador, culpado, etc. As mentiras continuam sendo sustentadas, as falsas divindades adoradas e a maior parte das instituições que controlam essas religiões são marcadas pela corrupção, domínio político, condescendência com os poderes mundiais. Importante deixar bem claro que as pessoas simpatizantes dessas religiões e dogmas nada tem a ver com estas críticas que são dirigidas apenas para os “poderosos” que controlam essas religiões. 
• Novas seitas e religiões
Preocupam, pelo seu crescimento, as mais tradicionais religiões. O fiel é envolvido em falsos conceitos de demônio, pecado, etc., instigando a pessoa a colaborar financeiramente com as Igrejas. Muitas vezes usando o medo e ameaças para isso. A espiritualidade dessas pessoas encontra-se totalmente deturpada, atrelada a fortes lavagens cerebrais e processos obsessivos em massa.
• Conceitos espíritas ou espiritualistas
Pessoas ligadas ou simpatizantes dos conhecimentos espíritas, não só no Brasil mas também no resto do mundo, trazem um ar de crescimento espiritual muito grande, renovando a espiritualidade e abrindo as portas para uma Nova Era. Idéias de multidimensionalidade do ser, eternidade da alma, reencarnação, caridade são estabelecidas na realidade espiritual de muitas pessoas. No entanto, mesmo havendo efetuado um grande avanço, ainda o espiritismo permanece ligado aos conceitos de karma e, por conseqüência, culpa.
• Os conhecimentos da NOVA ERA
Trazem ainda mais luz e transformações, possibilitando ao ser alcançar um novo patamar evolutivo no que se refere à espiritualidade. Um degrau a mais rumo a esta nova realidade espiritual, pois dentro desse contexto a pessoa se encontra ainda sob influência de certo “apadrinhamento cósmico” que, na verdade, sempre existiu, atribuindo a entidades, mestres, guias, etc. (que ressurgiram das antigas tradições esotéricas, ocultistas, mitológicas e históricas), funções e cargos que “beneficiam” os humanos. Apesar disso essas pessoas são agraciadas por uma visão cósmica maior de aceitação de vida inteligente no resto do Universo assim como os verdadeiros conceitos de amor e fraternidade.
• Filosofias “Xamânicas”
Rituais ligados aos elementos da natureza e suas reações alquímicas trazem ao ser humano um pouco da verdadeira lembrança da sua origem e conexão com a Fonte Primeva. Dessa forma os conceitos da verdadeira espiritualidade estão sendo resgatados a partir da simplicidade de vida e da volta à natureza.
• Pessoas céticas
Se fundamentam apenas na ciência encontram-se num processo de mudança, pois percebem a limitação dos conceitos científicos, constatando a necessidade de unificação da ciência e da espiritualidade.
• Pessoas “perdidas”
Em seitas negativas sendo dominadas e vampirizadas pelas forças do mal.
• Pessoas que não demonstram interesse algum
Pelo desenvolvimento da sua espiritualidade mergulhadas na matrix e sistema político e econômico dos diferentes países. 
O ser da Nova Realidade Espiritual
• Não tem ligação nenhuma com qualquer religião ou dogma, reconhecendo suas mentiras e manipulações.
• Aceita apenas ensinamentos que tragam soluções espirituais, fundamentados no verdadeiro conceito de liberdade e não na ameaça, medo e destruição.
• Aceita os ensinamentos de mestres, filosofias e líderes espirituais sem importar a origem, porém sem idolatra-los.
• Aprimorou seus conhecimentos históricos e filosóficos reconhecendo a diferença entre DEUS-FONTE e TODAS as falsas divindades nas quais estão fundamentadas as religiões e culturas no planeta.
• Sabe que não é mais preciso o apadrinhamento cósmico, sabe que a solução dos desafios e respostas se encontra em cada um e não num ser celestial, entidade, santo, guia etc.
• Reconhece sua essência e multidimensionalidade aceitando conselhos apenas do seu grande professor: seu EU SOU.
• Sabe que os segredos da criação estão na natureza e que só é possível alcançar seus conhecimentos no perfeito respeito e comunhão com o planeta e todos os seus reinos.
• Não aceita o KARMA.
• Não tem mais CULPA.
• Conhece como funciona a matrix e as artimanhas dos seres que dominam o planeta.
• Reconhece a sua força e poder de criar.
• Cuida de seus pensamentos e sentimentos.
• Caminha rumo à misericórdia e amor incondicional.
• Luta pela verdade e liberdade.
• Não tem mais preconceitos.
• Reconhece-se como parte da Criação, merecedor do bom e do melhor.
• Sabe da responsabilidade de ajudar ao próximo, porém sem hipocrisias e falsa caridade, apenas se limitando àquilo que se encontra a seu alcance.
• Respeita a vida. Por isso se preocupa pela sua saúde, alimentação e cuidado energético.
• Reconhece a espiritualidade como um atributo intrínseco à alma, por isso sabe que é um ser espiritual capaz de extravasar todos os limites condicionantes tendo possibilidade de alcançar a sabedoria e iluminação.
Esses são alguns dos “atributos” e características do Ser Humano desta Nova Era ESPIRITUAL, onde nos aprofundaremos cada vez mais na verdade e na responsabilidade da consciência da nossa Co-Criação. Quando também saberemos a importância da nossa presença no planeta, o que nos levará à libertação definitiva da matrix ou rede que foi criada para nos prender nessa falsa realidade.
Estaremos, assim, entrando em uma Nova Realidade Espiritual onde a Vida, o Amor, a Liberdade e o Respeito imperarão nas nossas vidas.
E este é só o começo.....
Meu Deus Interior Saúda seu Deus Interior..... Sempre (trad.: Namastê)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

KIT DE UTILIDADES

Nunca esqueçam de levar este Kit!


"ESTE É UM "KIT DE UTILIDADES"
Nele você encontrá ferramentas úteis
que poderão acompanhar você durante o ano todo!
Carregue-o com você para onde for!
ELÁSTICO
Serve para você lembrar de ser flexível, pois nem sempre os acontecimentos
e as pessoas são da maneira que gostaríamos que fossem.
Ele representa o AMOR.
LÁPIS
Vai servir para você escrever seu plano de ações, anotar todas as coisas
 positivas que acontecem no seu dia-a-dia.
 Ele representa a ESPERANÇA
BORRACHA
Serve para que você corrija seu plano de ações e também para apagar
 da sua memória mágoas e mal entendidos que possam ter ocorrido.
 Ela representa o PERDÃO.
CLIPE
Vai ser útil no momento que você precisar juntar forças com seus colegas de trabalho, amigos, familiares e também para superar momentosde dificuldade que poderão surgir.
Ele representa a UNIÃO.
SAQUINHO DE CHÁ
É muito útil para você relaxar e pensar duas vezes antes de agir.
Ele representa a SABEDORIA. 
BALA
Serve para adoçar a sua vida, de seus amigos e familiares.
 Ela representa o CARINHO.
LENÇO
          Vai ser de muita utilidade para secar as lágrimas, principalmente          
 as de alegria e também acenar pela paz.
 Ele representa a SOLIDARIEDADE.

Tenham uma Boa Semana

A História da Lemúria



Há muito tempo ouvi falar sobre a Lemúria, Atlântida e os Exilados de Capela. Nos próximos posts falarei e colocarei um pouco sobre a história de todos eles. Hoje comecem a ler sobre a Lemúria.



LEMÚRIA
A cerca de 4 500 000 anos a.C. , o Arcanjo Miguel, com a sua equipe de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino de Luz, com a bênção do Pai-Mãe-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raça lemuriana.


As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originalmente da Terra de MU, no Universo de Dahl. Nessa altura, a Terra expressava em todo o lado uma perfeição, uma abundância e uma beleza difíceis de imaginar hoje em dia. Finalmente, outras raças de Sírius, Alfa Centauro e Plêiades, e mais alguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas “semente” para também elas evoluírem.
Lemúria, a Mãe-Pátria, tornou-se o berço de uma civilização iluminada neste planeta.
Nesse tempo,a Terra existia numa expressão de 5.ª dimensão e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz de 5.ª dimensão, com a capacidade de diminuírem a sua vibração para experimentarem, nos seus corpos, níveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem.
  A Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente
4 500 000 a.C. até cerca 12 000 anos atrás.
O território pertencente ao gigantesco continente da Lemúria incluía as terras atualmente sob o Oceano Pacífico, bem como o Havaí, as Ilhas de Páscoa, Fidji, a Austrália e a Nova Zelândia. O continente incluía também terras no Oceano Índico e Madagascar. A costa este da Lemúria prolongava-se até à Califórnia e parte da Colúmbia Britânica no Canadá


Há 25 000 anos atrás, a Atlântida e a Lemúria, duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das “ideologias”.
Tinham duas idéias diferentes acerca de qual seria a direção indicada para a continuidade de outras civilizações neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizações menos evoluídas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua própria evolução, ao seu próprio ritmo, de acordo com os seus próprios entendimentos e caminhos
Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoluídas deveriam ser controladas pelas duas civilizações mais evoluídas.



Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida e a Lemúria. Quando as guerras acabaram e a poeira assentou não sobravam vencedores.
O nosso povo, como muitas outras civilizações, caiu definitivamente para o nível da 4.ª dimensão e, mais tarde, por completo para o da 3.ª dimensão.
A Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terras-mãe de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras.
As pessoas foram então informadas, através dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destruídos.
Assim, com o objetivo de obterem permissão para construir uma cidade e tornar-se parte da rede subterrânea de Agartha, os Lemurianos tiveram de provar a muitos organismos, como a Confederação Galáctica dos Planetas, que haviam aprendido a sua lição a partir dos anos de guerra e agressão.


Com a permissão concedida, os Lemurianos construíram a sua cidade, denominada Telos,com o propósito de albergar aproximadamente 200 000 pessoas.
De fato, quando o continente foi destruído, o que aconteceu um pouco antes do previsto, muitas pessoas não conseguiram chegar à cidade de Telos a tempo e, quando o cataclismo ocorreu, apenas 25 000 pessoas chegaram ao interior da montanha e foram salvas.
É sabido que a amada mãe-pátria desapareceu numa noite. Disse o Mestre Himalaya, através de Geraldine Innocenti (a Chama Gêmea de El Morya), a maioria dos sacerdotes permaneceram fiéis à Luz e ao seu sagrado chamado; como capitães de um navio a afundar, permaneceram nos seus postos. Destemidos até ao fim, cantavam e oravam enquanto se afundavam sob as vagas.


Ainda antes de a Lemúria submergir, alguns destes sacerdotes e sacerdotisas regressaram à casa nesse continente e ofereceram-se como voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, prestando apoio com a sua irradiação, espalhando conforto e coragem.
Na verdade, essa ajuda foi oferecida para contrapor o medo que acompanha sempre as atividades cataclísmicas. Estes afetuosos benfeitores, pela irradiação do seu sacrifício, rodearam, literalmente, as auras das pessoas num manto de paz, permitindo assim a criação de um veículo de libertação do medo, de modo a que os corpos etéricos daqueles fluxos de vida não fossem tão severamente marcados.
Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que  afundavam sob as águas. A melodia que cantavam era a mesma que atualmente é conhecida como Auld Lang Syne.
Através da ação e sacrifício destes sacerdotes, escolhendo ficar juntos em grupos e cantando até ao final, muito medo foi mitigado, mantendo-se um certo nível de harmonia e, deste modo, o dano e o trauma para as Almas que pereceram foram enormemente diminuídos.
A idéia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma profundo no corpo etérico e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas a curar.
Os sacerdotes e os músicos que os acompanhavam cantaram e rezaram até à chegada das ondas e da água ao nível das suas bocas até ao momento em que desapareceram.


Durante a noite, enquanto as massas dormiam, sob um céu estrelado, tudo terminou, a amada Mãe-Pátria foi submersa no Oceano Pacífico. Nenhum dos sacerdotes abandonou o seu posto e nenhum evidenciou qualquer medo.
A Lemúria desapareceu com dignidade!


Auld Lang Syne foi a última canção para sempre ouvida na Lemúria.
 As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês .Somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo. Aqueles de nós pertencentes ao Reino tridimensional estão reunidos agora, em consciência, com os seus antigos amigos e membros da família da Lemúria.
Esta noite pedir-vos-ei para cantarem esta canção de novo como parte da nossa apresentação. As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo.
Antes do afundamento completo da Lemúria, foi profetizado que, um dia, num futuro algo distante, muitos de nós se reuniriam em grupos e cantaríamos esta canção de novo, sabendo, com toda a certeza, que a “Vitória da Terra” estava garantida.


É quase com lágrimas nos olhos que eu vos faço saber de Adama, que muitos de vós nesta sala, esta noite, estavam entre aquelas valentes Almas que sacrificaram a vida para benefício coletivo. Aplaudamos a vossa coragem de então e rejubilemos agora pelo nosso reencontro, para continuar a grande missão lemuriana, de assistência da Humanidade e do planeta, na senda da sua gloriosa ascensão.




Ouçam bem dentro dos vossos corações, meus amigos, esta próxima afirmação.
O Novo Dia, o Novo Mundo, está mesmo a nascer. Aprendemos as nossas lições de Amor que, a Nova Lemúria, o paraíso reencontrado, está quase a manifestar-se de novo.
Estamos aqui esta noite para co-criar em conjunto uma muito importante limpeza e cura para o nosso planeta e para todos vós também. Vamos chamar a isto a primeira limpeza dos antigos registros lemurianos dolorosos, ainda remanescentes nos corações e Almas da maioria das pessoas.
O tempo da nossa separação está quase a acabar e estamos agora a religar coração a coração com o maior número de vós, diariamente.


Fiquemos agora em silêncio durante uns breves momentos e peço-vos para estabelecerem as vossas intenções de terem os vossos próprios registros limpos e sanados. Mergulhem profundamente no vosso coração.
Depois de pedirem a limpeza para vós próprios, peçam silenciosamente, no vosso coração, com a permissão dos Eus Superiores deles, limpeza e cura para toda a humanidade que pode, nesta altura, ter os seus próprios registros limpos.
Criamos a Nova Lemúria na 5.ª dimensão, um paraíso de maravilhas e magia. Tudo quanto sonharam está aqui e muito mais. Quando chegar o momento, em conjunto com todos vós, estenderemos a Lemúria à dimensão da superfície deste planeta.
Ensinar-vos-emos tudo quanto sabemos e tudo o que aprendemos nestes últimos 12 000 anos do nosso isolamento das pessoas da superfície.
Eu Sou Adama e comigo os companheiros Lemurianos, em conjunto, aplaudimos a vossa vitória.






Auld Lang Syne

Bons e Velhos Tempos
Should auld acquaintance be forgot,
Deve ser um antigo conhecido, já esquecido
and never brought to mind?
Mas nunca trazido à mente
should auld acquaintance be forgot,
Deve ser um antigo conhecido, já esquecido
and auld lang syne!
Dos bons e velhos tempos
for auld lang syne, my dear,
Pelos bons e velhos tempos, meu caro
for auld lang syne,
Pelos bons e velhos tempos
we'll tak a cup o' kindness yet,
Ainda beberemos um copo de bondade
for auld lang syne.
pelos bons e velhos tempos
and surely ye'll be your pint stowp!
E certamente será o seu momento
and surely I'll be mine!
E certamente eu vou ter o meu!
and we'll tak a cup o' kindness yet,
E nós vamos ter uma xícara de bondade ainda,
for auld lang syne.
Pelos bons e velhos tempos
for auld lang syne, my dear,
Pelos bons e velhos tempos, meu caro
for auld lang syne,
Pelos bons e velhos tempos
we'll tak a cup o' kindness yet,
Ainda beberemos um copo de bondade
for auld lang syne.
pelos bons e velhos tempos
we twa hae run about the braes,
Nós, naturais daqui, correremos sobre a encosta
and pou'd the gowans fine;
E colheremos a medida certa de flores silvestres
but we've wander'd mony a weary fit
Mas temos que caminhar, ainda que muito cansados
sin' auld lang syne.
Pelos bons e velhos tempos
for auld lang syne, my dear,
Pelos bons e velhos tempos, meu caro
for auld lang syne,
Pelos bons e velhos tempos
we'll tak a cup o' kindness yet,
Ainda beberemos um copo de bondade
for auld lang syne.
pelos bons e velhos tempos
we twa hae paidl'd in the burn,
Nós, naturais daqui, remando em chamas
frae morning sun till dine;
Desde a manhã ensolarada até o jantar
but seas between us briad hae roar'd
Mas afastaremos os mares entre nós
sin' auld lang syne.
Pelos bons e velhos tempos
for auld lang syne, my dear,
Pelos bons e velhos tempos, meu caro
for auld lang syne,
Pelos bons e velhos tempos
we'll tak a cup o' kindness yet,
Ainda beberemos um copo de bondade
for auld lang syne.
pelos bons e velhos tempos
and there's a hand, my trusty fere!
E há um lado, o meu caro amigo
and gie's a hand o' thine!
E dê a mão ao teu
and we'll tak' a right gude-willie waught,
E nós vamos beberemos um belo drink
for auld lang syne.
Pelos bons e velhos tempos
for auld lang syne, my dear,
Pelos bons e velhos tempos, meu caro
for auld lang syne,
Pelos bons e velhos tempos
we'll tak a cup o' kindness yet,
Ainda beberemos um copo de bondade
for auld lang syne.
pelos bons e velhos tempos